ESCOLA ISD: alunos do 4º ano do Fundamental realizam atividade de compostagem com resíduos de alimentos
Alunos do 4º ano do Ensino
Fundamental da Escola Izabel dos Santos Dias, coordenados pela professora
Regina, realizam atividade de compostagem com resto de alimentos consumidos na
escola. O objetivo da atividade era fazer com que os alunos compreendessem as
relações alimentares entre produtores e consumidores de diferentes ordens,
percebendo importância da cadeia alimentar para o equilíbrio ecológico de um
ecossistema; além de trabalhar a reutilização do lixo para proteger o meio
ambiente.
São diversas as possibilidades
capazes de evitar o desperdício de alimentos e os impactos sobre o meio
ambiente.
Para quem não sabe o que fazer
com os restos de alimentos que sobram do almoço e não quer desperdiçar, aqui
vão algumas dicas: sobras como cascas de frutas e vegetais podem ainda conter
nutrientes valiosos, óleo vegetal pode servir para limpeza doméstica e resíduos
orgânicos podem até se transformar em adubo natural de alta qualidade para suas
plantas.
É preciso prestar atenção em cada
etapa do consumo (desde a aquisição até o descarte) para evitar acúmulo de lixo
desnecessário, tanto em casa, como nos aterros. Na hora de fazer as compras, dê
preferência a alimentos mais saudáveis e que contenham menos embalagens. As
feiras livres são ótimas opções para adquirir verduras e legumes mais baratos e
frescos. Use o carrinho de feira para evitar as sacolinhas plásticas. Conheça
outras dicas sobre cuidados com alimentos na matéria "Comida na mesa sem
desperdício".
Quando a comida já estiver no
fundo da pança é hora de pensar sobre o que fazer com os restos. O triturador
de alimentos é uma possibilidade prática, mas ainda não tão recomendada no
Brasil. O aparelho instalado na pia da cozinha mói certos tipos de alimentos e
os transforma em minúsculas partículas que são descartadas junto com a água até
as estações de tratamento. O problema, segundo a Companhia de Saneamento Básico
do Estado de São Paulo (Sabesp) é que o triturador pode elevar a poluição dos
corpos d'água ao aumentar muito a carga orgânica nos lançamentos de esgotos não
tratados, como é o caso de boa parte dos municípios do país. Isso também
elevaria o gasto energético da empresa de tratamento para limpar a água. No
exterior, as companhias que tratam o esgoto compostam esses resíduos, o que
ainda não acontece no Brasil.

